Três em cada quatro transações com criptomoedas no Brasil utilizam bitcoin

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Pesquisa revela que bitcoin é o ativo digital mais usado para pagamentos no Brasil, seguido pelo ether, mas outros projetos começam a ganhar espaço no setor.

A CoinPayments, processadora de pagamentos em criptomoedas, divulgou nesta semana uma pesquisa que revela as criptomoedas mais populares para transações de pagamentos no Brasil. O bitcoin, claro, lidera com ampla vantagem, presente e cerca de três a cada quatro operações, mas outros projetos começam a ganhar terreno.

A maior criptomoeda do mundo está presente em 77% das transações intermediadas pela CoinPayments, seguida pelo ether, token nativo do blockchain Ethereum, que é usado em 27%. Depois, aparecem binance coin (BNB), tehter (USDT) e polkadot (DOT). A soma dos criptoativos mais utilizados supera os 100% porque a CoinPayments permite transações com mais de um ativo digital na mesma operação.

O levantamento, que se baseou exclusivamente no comportamento de usuários da CoinPayments no Brasil, ainda demonstra que a preferência dos brasileiros acompanha o mercado mundial, onde bitcoin e ether também lideram o setor com ampla vantagem.

Outras criptos também atraem a atenção de investidores, principalmente porque proporcionam novas utilidades para a tecnologia blockchain, resolvendo problemas específicos. É o caso de ether, polkadot, cardano, entre muitas outras. “Entretanto, as pessoas precisam ter cuidado. É melhor entrar nesse mercado com as moedas estáveis e não com aquelas que nascem do populismo, sem embasamento algum para se tornarem estáveis, isto é, garantirem valorização condizente com seus usos e funcionalidades”, explica Rubens Neistein gerente de negócios da CoinPayments no Brasil.

A empresa, que já processou mais de 10 bilhões de dólares em transações, diz notar o crescimento do interesse por pagamentos com criptoativos, e diz um dos motivos para o aumento da adoção é o “interesse que esse mercado desperta em períodos de incerteza econômica, prometendo grandes retornos e proteção contra altas na inflação”. A empresa diz ainda que a entrada de investidores e instituições financeiras tradicionais – como o banco BTG Pactual, que recentemente anunciou o lançamento da plataforma Mynt –  também colaboram para o crescimento e amadurecimento do mercado.

Fonte: Exame

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